
Thursday, November 6, 2008
Saturday, October 18, 2008
Friday, October 10, 2008
[transformando isto em blog de poesia] O fundo
.
É negra a flor do fundo
que com pétalas finas nos beija as vértebras.
Hábil, um caule ascende à nuca
e sussurra as densas dúvidas,
a ânsia roxa.
Malevich, Black square
É negra a flor do fundo
que com pétalas finas nos beija as vértebras.
Hábil, um caule ascende à nuca
e sussurra as densas dúvidas,
a ânsia roxa.

Tuesday, September 23, 2008
Monday, September 22, 2008
investigação interior
Saturday, September 20, 2008
Wednesday, September 17, 2008
de regresso
Estive em Itália em Agosto. E em Setembro, até agora, não sei bem onde estou.
Ouvir alguém em Itália dizer "Mamma mia" provoca uma sensação semelhante à de ver o Coliseu de Roma ou a Fontana di Trevi pela primeira vez.
Regressando a Portugal, Lisboa assume a sua faceta fria, quase germânica, no mau sentido. Uma cidade tão branca e tão escura ao mesmo tempo.
Ouvir alguém em Itália dizer "Mamma mia" provoca uma sensação semelhante à de ver o Coliseu de Roma ou a Fontana di Trevi pela primeira vez.
Regressando a Portugal, Lisboa assume a sua faceta fria, quase germânica, no mau sentido. Uma cidade tão branca e tão escura ao mesmo tempo.
Thursday, July 31, 2008
Sicilia
vou-me amanhã para a maior ilha do mediterrâneo. Não tenham expectativas quanto a posts, mas talvez os haja.
ci vediamo!
ci vediamo!
Tuesday, July 29, 2008
Na vergonha (talvez não)
Às vezes não sei se é vergonha se é preguiça.
Se a minha escassa participação no mundo dos outros se deve ao embaraço ou ao sentimento de que o esforço é demasiado.
Ou ainda, talvez o esforço seja demasiado para o que daí penso poder retirar. Porque já tentei e, provavelmente, raras vezes acabou por dar origem em algo assim tão bom.
E aí provavelmente a culpa será minha, porque não consigo dizer bem o que quero.
Por isso os chats são uma invenção tão boa, porque sou muito melhor a conversar escrevendo do que falando. Aí não sinto tanta preguiça, muito menos vergonha. Tenho tempo para decidir o que vou transmitir.
Falar é muito difícil, exige demasiadas decisões ao segundo. Não é só por ter de escolher palavras de uma lista enorme. É que, a mim, as ideias não vêm em símbolos, mas sim em sensações. E demora muito mais tempo passar essas sensações para o verbal.
Se a minha escassa participação no mundo dos outros se deve ao embaraço ou ao sentimento de que o esforço é demasiado.
Ou ainda, talvez o esforço seja demasiado para o que daí penso poder retirar. Porque já tentei e, provavelmente, raras vezes acabou por dar origem em algo assim tão bom.
E aí provavelmente a culpa será minha, porque não consigo dizer bem o que quero.
Por isso os chats são uma invenção tão boa, porque sou muito melhor a conversar escrevendo do que falando. Aí não sinto tanta preguiça, muito menos vergonha. Tenho tempo para decidir o que vou transmitir.
Falar é muito difícil, exige demasiadas decisões ao segundo. Não é só por ter de escolher palavras de uma lista enorme. É que, a mim, as ideias não vêm em símbolos, mas sim em sensações. E demora muito mais tempo passar essas sensações para o verbal.
Monday, July 28, 2008
Na vergonha
Já não basta ter vergonha de falar com pessoas.
Às vezes sinto vergonha de escrever no blog.
Um exagero possível a que posso chegar é ter vergonha de pensar. Quando o Eu se divide em dois, no que opera e no que observa e o primeiro fica embaraçado pela presença do segundo.
Às vezes sinto vergonha de escrever no blog.
Um exagero possível a que posso chegar é ter vergonha de pensar. Quando o Eu se divide em dois, no que opera e no que observa e o primeiro fica embaraçado pela presença do segundo.
Friday, July 25, 2008
coisinhas boas
Pois é, o Sufjan Stevens sabe escolhê-las bem. Pela banda deste rapaz, um tipo muito bem arranjadinho e bonitinho, que faz parte do movimento neo-folk nos EUA, já passou a Annie Clark (St. Vincent), de quem já vos falei. Mas descobri agora uma outra moça talentosa que também já partilhou palco com aquele senhor. Chama-se Shara Worden, vive em Brooklyn (claro) e tem uma banda com um nome foleiro: My Brightest Diamond. Depois de se atravessar o título que ela escolheu para o seu colectivo musical, pode-se desfrutar de uma voz fantástica, que nos faz sentir todas as outras grandes vozes femininas deste mundo (juntem a esse grupo o Jeff Buckley), bem como de arranjos bem feitos.
(qualquer dia faço aqui um especial de mulheres sexy com guitarras grandes)
(e viva o novo grafismo do blog!)
(qualquer dia faço aqui um especial de mulheres sexy com guitarras grandes)
(e viva o novo grafismo do blog!)
Wednesday, July 16, 2008
Monday, July 14, 2008
o desenho das letras
Um universo bem interessante é o dos tipos de letra.
Quando tiverem desinspirados para arranjar um nome para alguma coisa, vão a um desses sites que permitem sacar gratuitamente fontes tipográficas e encontrarão algo de certeza. São exemplos de nomes:
Accidental Presidency
Chiquita Banana
Degrading Morals
Sweet Torture
Tom's headache
...
alguns nomes são tão sugestivos que conseguimos imaginá-los escritos na fonte que designam.
Mas para além dos nomes que os inspirados criadores de fontes inventam, há história e curiosidades por detrás da evolução da maneira de representar as letras (aqui, claro)
Quando tiverem desinspirados para arranjar um nome para alguma coisa, vão a um desses sites que permitem sacar gratuitamente fontes tipográficas e encontrarão algo de certeza. São exemplos de nomes:
Accidental Presidency
Chiquita Banana
Degrading Morals
Sweet Torture
Tom's headache
...
alguns nomes são tão sugestivos que conseguimos imaginá-los escritos na fonte que designam.
Mas para além dos nomes que os inspirados criadores de fontes inventam, há história e curiosidades por detrás da evolução da maneira de representar as letras (aqui, claro)
Saturday, July 12, 2008
St Vincent, outra vez
O brilho desta rapariga... Que veste sempre os casacos mais fixes que por aí andam.
(já tinha posto por aqui um vídeo dela, but I can't get enough)
I love St Vincent
Friday, July 11, 2008
realidade/ficção/ideologia - texto publicitário
"
Sports Clubbing é uma geração cujo motor é a adrenalina. É uma forma de vida, o compreender do que significa aproveitar cada segundo da melhor forma possível.
É o desejo de um corpo em constante movimento, a busca de um destino sem limites, seja ele o pico mais alto, a estrada mais longa ou a noite mais intensa.
Seja o desafio mental, físico ou espiritual, é um sentimento.
É aquela batida cardíaca que faz funcionar a máquina dentro de nós, a energia contagiante de quem quer experimentar mais e melhor e que sabe como fazê-lo em grande estilo.
Com o Corsa ou o Astra Sport vivemos de uma forma mais excitante e intensa. Em liberdade.
Sports Clubbing. Vive o teu próprio ritmo."
Sports Clubbing é uma geração cujo motor é a adrenalina. É uma forma de vida, o compreender do que significa aproveitar cada segundo da melhor forma possível.
É o desejo de um corpo em constante movimento, a busca de um destino sem limites, seja ele o pico mais alto, a estrada mais longa ou a noite mais intensa.
Seja o desafio mental, físico ou espiritual, é um sentimento.
É aquela batida cardíaca que faz funcionar a máquina dentro de nós, a energia contagiante de quem quer experimentar mais e melhor e que sabe como fazê-lo em grande estilo.
Com o Corsa ou o Astra Sport vivemos de uma forma mais excitante e intensa. Em liberdade.
Sports Clubbing. Vive o teu próprio ritmo."
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