Saturday, June 28, 2008
Friday, June 27, 2008
Wednesday, June 25, 2008
As falanges da língua
Para sermos portugueses modernos, usemos anyway e whatever no meio das nossas frases.
Se isto fôr complicado, mas a necessidade de parecer engraçado/a ou inteligente se revelar inabalável, empregue a expressão "entre aspas" a seguir a todas as suas afirmações, por mais literais que elas sejam.
Obrigado.
Comité para a moda na Língua
Se isto fôr complicado, mas a necessidade de parecer engraçado/a ou inteligente se revelar inabalável, empregue a expressão "entre aspas" a seguir a todas as suas afirmações, por mais literais que elas sejam.
Obrigado.
Comité para a moda na Língua
Friday, June 20, 2008
solstício
"
somewhere i have never travelled,gladly beyond
any experience,your eyes have their silence:
in your most frail gesture are things which enclose me,
or which i cannot touch because they are too near
your slightest look easily will enclose me
though i have closed myself as fingers,
you open always petal by petal myself as Spring opens
(touching skillfully,mysteriously)her first rose
or if your wish be to close me,i and
my life will shut very beautifully,suddenly,
as when the heart of this flower imagines
the snow carefully everywhere descending;
nothing which we are to perceive in this world equals
the power of your intense fragility:whose texture
compels me with the color of its countries,
rendering death and forever with its breathing
(i do not know what it is about you that closes
and opens;only something in me understands
the voice of your eyes is deeper than all roses)
nobody,not even the rain,has such small hands
"
e.e. cummings
somewhere i have never travelled,gladly beyond
any experience,your eyes have their silence:
in your most frail gesture are things which enclose me,
or which i cannot touch because they are too near
your slightest look easily will enclose me
though i have closed myself as fingers,
you open always petal by petal myself as Spring opens
(touching skillfully,mysteriously)her first rose
or if your wish be to close me,i and
my life will shut very beautifully,suddenly,
as when the heart of this flower imagines
the snow carefully everywhere descending;
nothing which we are to perceive in this world equals
the power of your intense fragility:whose texture
compels me with the color of its countries,
rendering death and forever with its breathing
(i do not know what it is about you that closes
and opens;only something in me understands
the voice of your eyes is deeper than all roses)
nobody,not even the rain,has such small hands
"
e.e. cummings
Wednesday, June 18, 2008
um pouquinho mais de uso da razão, gente
trailer do documentário "Religulous"
"Even if 1 billion people believe in something it can still be ridiculous"
Tuesday, June 17, 2008
"Negligência humana"
Era esta a causa de um desastre qualquer, tal como anunciava a locutora no canal de televisão do metro.
E eu fiquei a pensar naquilo, se haverá qualquer outro ser, que não o humano, capaz da negligência.
Só se for Deus, o eterno negligente.
E eu fiquei a pensar naquilo, se haverá qualquer outro ser, que não o humano, capaz da negligência.
Só se for Deus, o eterno negligente.
Sunday, June 15, 2008
Friday, June 13, 2008
mistérios
Algures numa casa em ruína no centro de uma grande cidade vive uma comunidade de seres iluminados
Monday, June 9, 2008
Vieira da Silva
Thursday, June 5, 2008
mudanças
Pelo menos por uns tempos irei escrever aqui no blog com uma frequência muito mais elevada.
Espero aguentar o desafio.
Vamos lá ver se isso servirá para eu ser mais bem compreendido, bem como (e especialmente) para eu me compreender melhor a mim próprio.
Preparem-se para posts muito mais superficiais .
(e espero que comentem também com maior frequência, especialmente aqueles que passam por aqui e nunca dizem nada)
Espero aguentar o desafio.
Vamos lá ver se isso servirá para eu ser mais bem compreendido, bem como (e especialmente) para eu me compreender melhor a mim próprio.
Preparem-se para posts muito mais superficiais .
(e espero que comentem também com maior frequência, especialmente aqueles que passam por aqui e nunca dizem nada)
Monday, May 19, 2008
O Eu mágico (fractais)
Muitas sociedades criam mitos que dizem respeito a uma outra civilização, paralela, que habita algum espaço subterrâneo ou aquático e que terá uma origem num tronco comum, ancestral.
Essa comunidade alternativa é idealizada como mais avançada, pelo menos espiritualmente.
Atlântida, como arquétipo
Também dentro de cada um de nós é criada a ideia de um outro Eu. Um Eu subterrâneo, pagão, omnipotente, que ao emergir iria solucionar todas as falhas na nossa vida. Tal como Atlântida, o Eu mágico também habita o quase-inacessível.
É a consciência desta promessa de outra personalidade que nos move.
Essa comunidade alternativa é idealizada como mais avançada, pelo menos espiritualmente.
Atlântida, como arquétipo
Também dentro de cada um de nós é criada a ideia de um outro Eu. Um Eu subterrâneo, pagão, omnipotente, que ao emergir iria solucionar todas as falhas na nossa vida. Tal como Atlântida, o Eu mágico também habita o quase-inacessível.
É a consciência desta promessa de outra personalidade que nos move.
Thursday, May 1, 2008
sobre a probabilidade de dois mundos
Chegados a certa idade, surgem-nos estas duas possibilidades:
- O "mundo" é todo forjado; nada é real, mas apenas um filme feito de propósito para mim (para fazer alguma experiência, talvez)
ou
- Cada um tem a sua consciência, os seus medos, e está solto no mundo, tal como eu; tudo é real.
Mas não há uma verdadeira oposição entre estes dois cenários, pois o primeiro pressupõe o segundo, ou seja, uma realidade virtual pressupõe uma real que a construiu.
Por isso, a primeira possibilidade é muito menos provável que a segunda.
Friday, April 25, 2008
As maravilhas
há já um tempo a Laura pediu-me que dissesse aqui no blog quais eram as minhas sete maravilhas.
Perdão, Laura, mas vou aproveitar a deixa para fazer um post em que já andava a pensar anteriormente, o que implica uma fuga ao que me pediste.
As maravilhas são só duas.
São as duas teorias ou conceitos que contribuem para a minha saúde mental:
Perdão, Laura, mas vou aproveitar a deixa para fazer um post em que já andava a pensar anteriormente, o que implica uma fuga ao que me pediste.
As maravilhas são só duas.
São as duas teorias ou conceitos que contribuem para a minha saúde mental:
Darwinismo
Teoria das Probabilidades
Teoria das Probabilidades
Wednesday, April 9, 2008
Tuesday, April 1, 2008
um apontamento sobre telemóveis
A propósito de acontecimentos recentes, tenho visto/lido gente defender a proibição de telemóveis nas salas de aula. Ora, um telemóvel não é uma arma, poderá ser uma distracção e mesmo na sala de aula é até, às vezes, útil.
É pior um aluno distrair-se a enviar uma mensagem no telemóvel do que a ler uma revista, ou a roer um lápis?
Esta tentativa de banir de vez os telemóveis da sala de aula é apenas o reflexo do nosso ódio à tecnologia. Não nos podemos ver livres deles, mas na realidade detestamos os telemóveis. E assim, tentamos aproveitar diferentes situações para os inferiorizar. O avanço da tecnologia é um duelo para o ser humano, podemos ir perscrutando-o por estas irracionais proibições.
Para além disto, o problema deve-se simultaneamente à sacralização da educação. Dentro do mesmo espírito, porque têm demorado tanto tempo os computadores a entrar nos métodos pedagógicos? Porque é a Internet diabolizada no meio educacional?
É pior um aluno distrair-se a enviar uma mensagem no telemóvel do que a ler uma revista, ou a roer um lápis?
Esta tentativa de banir de vez os telemóveis da sala de aula é apenas o reflexo do nosso ódio à tecnologia. Não nos podemos ver livres deles, mas na realidade detestamos os telemóveis. E assim, tentamos aproveitar diferentes situações para os inferiorizar. O avanço da tecnologia é um duelo para o ser humano, podemos ir perscrutando-o por estas irracionais proibições.
Para além disto, o problema deve-se simultaneamente à sacralização da educação. Dentro do mesmo espírito, porque têm demorado tanto tempo os computadores a entrar nos métodos pedagógicos? Porque é a Internet diabolizada no meio educacional?
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